Do fim do século XIX até aos dias de hoje, inúmeras investigações sobre os fenómenos paranormais aduziram fortes evidências de apoio à tese da existência do Espírito e da sobrevivência da personalidade após a morte. Entretanto, o establishment científico amplamente apoiado no Materialismo, veio sistematicamente negando validade e aceitação às teses espiritualistas decorrentes das evidências oferecidas pela Psychical Research, pela Metapsíquica e pela Parapsicologia. Actualmente, novas modalidades de investigação, tais como as dos casos de Experiência de Quase-Morte (EQM), as visões dos moribundos nas proximidades da morte (VLM – Visões no Leito de Morte), as Experiências Fora do Corpo (EFC) ou projecção astral, as investigações de Casos que Sugerem Reencarnação (CSR), as Terapias de Vidas Passadas (TVP) e a Transcomunicação Instrumental (TCI) com seres espirituais, estão a dar ganho de causa às teses espiritualistas. Assistimos, assim, ao surgimento de um novo paradigma, que está a começar a questionar o velho modelo materialista das ideias acerca da natureza do homem e do universo.»
Hernâni Guimarães Andrade, in «Morte, uma Luz no Fim do Túnel», FE, São Paulo, 1999

«Já não podemos rejeitar a existência paranormal. Há resultados que comprovam, por exemplo, a cura à distância por intermédio da oração. Há algo que funciona fora do nosso espaço-tempo. As investigações evidenciam isso, embora haja mecanismos da mente que não podem ser explicados de forma material. Muitas pessoas não percebem esses fenómenos porque não gastam tempo para desenvolver as suas capacidades.»
David Fontana, in Jornal «Público», Portugal, 6 de Abril de 2002
«Crónicas Espíritas» é isso mesmo: a opinião acerca de vários assuntos do nosso quotidiano, analisados dentro das perspectiva da Doutrina Espírita, que não sendo mais uma religião nem mais uma seita é, sem dúvida, um imenso espaço cultural objectivando uma sociedade mais fraterna, pacificada, equilibrada e feliz. Um livro que pode ser lido como quiser, pois cada artigo é independente dos demais, não exigindo que seja lido sequencialmente. José Lucas, 2015